A Visão Espírita do Divórcio

Palestra Virtual, promovida pelo IRC-Espiritismo, em conjunto com a Escola Espírita Cristã Maria de Nazaré e Grupo Rita de Cássia de Estudos Espíritas.

Apresentação e considerações da Palestrante

A todos os companheiros novos meu nome é Regina de Agostini, e trabalho no Grupo Rita de Cássia de Estudos Espíritas, que tem suas atividades doutrinárias e de estudos no Leblon. É com muito prazer que estamos aqui para conversar a respeito da Doutrina Espírita que tanto amamos.

A Visão Espírita do DivórcioO tema de hoje, “A Visão Espírita do Divórcio” foi tratada por Kardec, em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Diz ele: “O divórcio é Lei humana que tem por objetivo separar legalmente o que já, de fato, está separado.

Desta forma entendemos que a Doutrina Espírita não é contrária ao divórcio mas também entendemos que em momento algum estimula a esta prática. Entende a Doutrina Espírita que o casamento, a união entre dois seres é a oportunidade abençoada de desenvolvermos laços de afeto. Nem sempre as uniões, na Terra, buscam este objetivo, nem sempre se fazem nas bases de sentimentos, dificultando o relacionamento em bases conjugais.

Perguntas e Respostas:

Moderador Brab: Cara Regina, como encarar o princípio “Não separeis o que Deus Uniu” nos colocado pelo próprio Jesus e utilizado durante tanto tempo para significar a bênção religiosa a um matrimônio? O Espiritismo adota esse princípio em algum momento para afirmar alguma união seja duradoura ou não, abençoando-a ou não? Como encara essa afirmação de Jesus?

Regina de Agostini: O próprio Kardec no cap. XII de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, tratou desta afirmativa. No próprio diálogo narrado por Matheus, Jesus se reporta à dureza do vosso coração, como causa da separação entre marido e mulher. Deus une pelo amor. Quando existe o amor e a afeição não existe a separação. O Espiritismo é uma Doutrina de liberdade e responsabilidade, cada um de nós é livre para tomar as decisões que nos competem. No entanto, recolhemos em forma de bênçãos ou aflições o resultado de nossas próprias atitudes.

Dentro da questão do divórcio e das relações afetivas, gostamos de citar Emmanuel, um profundo conhecedor da alma humana, quando nos diz que “a Sabedoria Divina jamais institui princípios de violência, e o Espírito com quanto em muitas situações agrave os próprios débitos, dispõe da faculdade de interromper, recusar, modificar, discutir ou adiar, transitoriamente, o desempenho dos compromissos que abraça.”

Mod. Flávio: Será que o divórcio pode ser parte do aprendizado que temos que viver, ou será que é uma “desistência” nos compromissos que assumimos perante a espiritualidade?

Regina: Acreditamos que a maioria dos divórcios esteja na conta das desistências ou fugas que realizamos ao longo da nossa vida. A responsabilidade de cada um de nós é que muda em relação às situações que se apresentam. Muitas vezes os casamentos são desfeitos em concordância dos parceiros, digamos “Desistência a dois?”, que não causa grandes perdas. Em outras situações, um dos parceiros pode se sentir bastante lesado nos seus sentimentos. Cada caso é diferente e, portanto, as responsabilidades também.

Mod. Brab: O divórcio, muitas vezes, não é tão suave como descrito: “separar o que já é separado”, mas acompanhado de muita carga de ódio, mágoa, ressentimento e dor. Seria em relação a esses casos que o espírito Emmanuel certa feita nos falou sobre “não arrebentar os nós que podemos desatar”? Como encarar esse princípio no caso de um divórcio que se aproxima?

Regina: É perfeita a fala do nosso querido Emmanuel, conquanto nem sempre sabemos agir no sentido de desatar e não romper. Acredito que este é um dos grandes aprendizados que precisamos realizar, agora que, racionalmente, entendemos o valor das ações pacificadoras nas nossas vidas. Veja bem que eu disse, racionalmente, viver isto é colocar este entendimento no sentimento. Em relação às separações, Emmanuel nos fala que o melhor é que não sejamos nós aqueles que a busquemos, mas quando nosso parceiro quiser partir que nós o libertemos.

O significado desta libertação é o trabalho interno de nossas almas no sentido de não acolhermos mágoas, ressentimentos, ódios. É um exercício que precisamos começar a realizar.

Mod. Sophia: Serão os filhos motivo para se manter uma união em que não existe amor? O espírita deveria continuar com o cônjuge pelo bem dos filhos, mesmo que não o ame mais?

Regina: De que amor estamos falando? Que tipo de amor temos buscado? Estamos falando de amor, ou romance eterno, ou sentimento de plenitude constante? Entendemos que a separação deve acontecer no momento em que o convívio entre os dois cônjuges esgotou todas as possibilidades e pode levar a um mal maior, neste caso é preferível a separação. Os filhos são sempre um motivo para se tentar, com boa vontade, resolver as situações delicadas que se apresentam dentro de um casamento de forma a dar-lhes segurança para seu desenvolvimento.


Em “O Evangelho Segundo o Espiritismo” encontramos os seguintes dizeres: “Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, afim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitissem aos filhos, e que fossem dois, e não um somente, a amá-los, a cuidar deles e a fazê-los progredir.”

Mod. Brab: Os casamentos realmente duradouros, como você descreveu como “laços de afeto”, se perpetuam no mundo dos espíritos? Permanecemos “casados” depois que desencarnamos?

Regina: Os laços de afeto jamais se rompem. Quando amamos, permanecemos unidos, aonde quer que estejamos. Não sei o que você quer dizer com este casado depois de desencarnado, mas continuamos juntos, buscando sempre realizar este sentimento.

Mod. Flávio: Quanto ao princípio não separar o que Deus juntou, como podemos ver o amor neste princípio?

Regina: Eu entendo que o que Deus juntou, juntou com amor, porque o amor é a essência do Universo. No momento em que aprendermos a amar INCONDICIONALMENTE – o que significa dizer não às nossas próprias necessidades -, não haverá mais separação para nós.

Mod. Brab: Como é que um espírito que ama muito o outro reage vendo-o se relacionar com outra pessoa, numa vida em que só um deles retornou ao corpo carnal? Reside aí – nesse ciúme – uma causa de obsessão que estimula o divórcio?

Regina: Sabemos que em nossas vidas sofremos a influência espiritual de companheiros de outras encarnações. Esta influência pode ser uma grande ajuda ou, também, um processo obsessivo que pode levar à separação de um casal. Tudo depende das relações entre os espíritos envolvidos no mesmo relacionamento.

Mod. Flávio: Muitos dizem que programamos os casamentos ainda na espiritualidade, como entender o número crescente de divórcios?

Regina: Realmente muitos, ou a maioria dos casamentos, são programados ou acertados no plano Espiritual, no entanto nos diz também Emmanuel que a maioria dos casamentos, aqui na Terra, visa reajustes, ou seja, são casamentos provacionais e certamente o relacionamento não será dos mais fáceis. Enquanto desencarnados podemos perceber com muita clareza a extensão de nossos débitos e aceitamos nos reunir para diminuir ou saldar estes mesmos débitos. Uma vez encarnados, com a benção do esquecimento dos desajustes passados, nos deixamos envolver, mais uma vez, pelos prazeres que o mundo nos oferece e voltamos quase sempre a falir nos compromissos assumidos.

O número crescente de divórcios deve-se a um entendimento equivocado de felicidade e objetivos principais de estarmos vivos.

Mod. silencio dos inocentes: Será que a maioria dos divórcios que acontecem atualmente poderíamos dizer que na espiritualidade foram não programados e sim ocorrem devido a diversos fatores como, por exemplo, o livre arbítrio do espírito encarnado?

Regina: Sem dúvida. Nunca li em lugar algum que houvesse uma programação visando a uma desvinculação afetiva.

Mod. superego: Uma vez que as pessoas devem estar unidas por sentimentos, e que toda a hipocrisia será posta à vista depois da morte, por que agüentar um casamento infeliz?

Regina: Na realidade não temos que agüentar um casamento infeliz, o que realmente precisamos é tentar transformar esta infelicidade. Tudo nos é lícito mas nem tudo nos convêm. Quando “agüentamos” um casamento infeliz, na maioria das vezes não estamos construindo uma relação saudável. O que buscamos não é “agüentar” é transformar, buscar soluções, buscar observar a vida sob um outro ponto de vista, estendendo as nossas percepções para além de nosso mundo acanhado.

Mod. Sophia: Como a amiga veria o caso de longos relacionamentos rompidos antes do casamento? As “conseqüências” pela separação podem ser comparadas as do divórcio, espiritualmente falando?

Regina: A Doutrina Espírita entende casamento como união entre dois seres. Desde que duas pessoas estejam unidas, realizando uma comunhão sexual, mesmo que não tenham firmado nenhum compromisso formal perante a sociedade, estão casadas. Desta forma estes “longos relacionamentos rompidos” são entendidos como divórcio com conseqüências para ambos ou um dos parceiros.

Considerações Finais da Palestrante

Agradeço a todos a oportunidade de estar aqui, expondo o meu entendimento sobre a Doutrina Espírita. Gostaria de deixar a todos vocês uma mensagem de muita Fé, Esperança e de muito Amor. O momento que passamos é da maior importância para todos nós, e diante dos esclarecimentos que a Doutrina Espírita nos trás, colocando luz nos ensinos do nosso Mestre Jesus, é o momento certo para que nos esforcemos buscando entender a vida, o mundo, as relações, e nós mesmos sob um novo prisma, que Jesus nos abençoe, nos ajude e nos sustente.

 comente, participeCOMENTAR USANDO FACEBOOK




 comente, participeCOMENTAR USANDO WORDPRESS

23 comentários para “A Visão Espírita do Divórcio”

  1. tais maria morais patrao11.06.09 - 16:43
    Foto do autor

    gostaria de saber qual a probabilidade ( de 0 a100%) de um casal unido pela espiritualidade nesta vida ficarem juntos?

  2. Sandro21.06.09 - 11:15
    Foto do autor

    Por favor, gostaria de retirar o meu comentario acima, pois esqueci de retirar os nomes.

  3. Marcelo Leite24.06.09 - 00:17
    Foto do autor

    Sandro em 21, jun. 09 às 11:15 escreveu:

    Por favor, gostaria de retirar o meu comentario acima, pois esqueci de retirar os nomes.

    Comentário apagado.

    Se quiser enviar novamente, utilize nossa página de contato.

    Paz.

  4. Sandro25.06.09 - 08:43
    Foto do autor

    Bom dia.
    Gostaria que lesse com atenção, num momento em que tiver um tempinho.
    Não sei se esse é o endereço certo para o meu tipo de dúvida, mas de qualquer forma vou escrever.Agradeço a sua compreenção.
    Meu nome é Sandro.
    Gostaria de expor a minha dúvida e se possível a resposta, ficarei grato.
    Separei-me da minha ex-mulher há quase 2 anos.Temos um filho de 3 anos .
    Sempre estou próximo a eles, levando meu filho a escola todos os dias, ficando com ele aos finais de semana e também em alguns dias de semana na parte da noite. Sempre dou carona para a minha ex-mulher, quase todos os dias.Temos momentos de lazer juntos, quando saímos para lanchar ou ir ao parque brincar com o nosso filho. Sempre levo eles lá em casa para fazermos o Evangelho no Lar (como culto ecumênico, pois ela não simpatiza com a Doutrina).
    Nos conhecemos em 2004, em junho de 2005 ela engravidou e em 2006 fomos morar juntos até agosto de 2007.Desses quase 2 anos morando juntos, os 4 últimos meses dividimos o mesmo teto já estando separados. Sempre nos demos bem e com o tempo eu fui me afastando dela, tivemos algumas brigas, e também eu estava sendo desatencioso com o meu filho. Não estava sendo bom marido e nem bom pai. Eu não estava sentindo e nem exercendo amor.
    Eu tinha uma mulher apaixonada por mim, perola rara, devotada ao amor que sentia por mim.
    Eu infelizmente comecei a pensar em separação, desejava, imaginava e me afastei dela, não dei carinho e atenção.Então decidimos nos separar. Mas quando chegou a hora uma luz me ocorreu e eu tentei mudar o rumo da história.
    Ela quase concordou, mas pediu um tempo.
    Quase 2 anos se passaram, e como escrevi acima eu tenho contato diário com eles e sempre estou com o meu filho
    Eu e ela tivemos alguns momentos afetivos de carinho e outros momentos mais íntimos, mas tudo se direcionou para a amizade.
    Então, no início desse ano, pedi para uma amiga de uma cidade vizinha para que colocasse o nosso nome na irradiação da mesa mediúnica do Centro, e lá apareceu um irmãozinho que estava obsidiando Ela. Ele (o irmãozinho manifestante) havia sido marido dela em uma vida passada. Então foi encaminhado para atendimento espiritual.
    Tenho certeza de que a influência dele nos atrapalhou muito, pois muitas vezes ela (minha ex-mulher) dizia que sentia raiva quando estava perto de mim e não sabia explicar, etc, etc.
    Depois desse fato as coisas como relacionamento Pai, mãe, filho, coleguismo, harmonia melhorou.
    Mas há alguns meses ela tem mudanças comportamentais, as vezes me trata bem, as vezes não. Há uma indiferença. De uns tempos para cá não sorri mais para mim, não aceita brincadeiras. Tento ser cordial e amável, estamos quase todo dia dividindo certo tempo juntos.
    As vezes deixo fluir um certo ciúmes e também sofro com a indiferença dela e a falta de amor. Isso tem me gerado problemas espirituais, emocionais e orgânicos.
    Na verdade torço para que possamos reatar o nosso relacionamento. Sou o culpado por tudo isso, eu sei.
    Mas, também sei onde errei. Sei e tenho a plena certeza que poderemos ser felizes juntos, se ela estiver receptiva.
    Sei que posso faze-los felizes e podemos ser uma família feliz. Só preciso de uma chance.
    Gostaria de saber, a sua opinião, se será possível, eu, ela e meu filho, no mundo incorpóreo, nos encontrar antes de uma nova reencarnação, para que possamos resgatar ou nos entendermos melhor sobre isso. Gostaria de saber, se seria possível, na hora do sono, com auxílio do Plano Maior, nos encontrarmos para nos entendermos, nos perdoarmos e para que possamos receber orientação sobre tudo isso.
    Eu particularmente rogo a Deus para que possamos ter essa oportunidade de resgatarmos e nos reconciliarmos ainda nessa vida.
    Tenho lido as obras de André Luiz, terminei Libertação, já iniciei Entre a Terra e o Céu. Estou trabalhando a minha reforma interior.
    Participo das reuniões do centro, tomo passes, estou estudando.Tenho a mediunidade em fase de educação.
    Não estou conseguindo sair dessa baixa vibração, sinto-me triste.
    Gostaria de receber a sua orientação ou sua opinião sobre o assunto.
    Sei que tudo na vida tem um motivo de ser, mas pequeno que sou, gostaria se possível e se assim eu merecer, receber amparo para cuidar desse assunto tão delicado para mim. Pois eu amo a minha ex-mulher e meu filho.
    Obrigado,
    Sandro.

  5. ana17.08.09 - 09:59
    Foto do autor

    Sandro em 25, jun. 09 às 8:43 escreveu:

    Bom dia.
    Gostaria que lesse com atenção, num momento em que tiver um tempinho.
    Não sei se esse é o endereço certo para o meu tipo de dúvida, mas de qualquer forma vou escrever.Agradeço a sua compreenção.
    Meu nome é Sandro.
    Gostaria de expor a minha dúvida e se possível a resposta, ficarei grato.
    Separei-me da minha ex-mulher há quase 2 anos.Temos um filho de 3 anos .
    Sempre estou próximo a eles, levando meu filho a escola todos os dias, ficando com ele aos finais de semana e também em alguns dias de semana na parte da noite. Sempre dou carona para a minha ex-mulher, quase todos os dias.Temos momentos de lazer juntos, quando saímos para lanchar ou ir ao parque brincar com o nosso filho. Sempre levo eles lá em casa para fazermos o Evangelho no Lar (como culto ecumênico, pois ela não simpatiza com a Doutrina).
    Nos conhecemos em 2004, em junho de 2005 ela engravidou e em 2006 fomos morar juntos até agosto de 2007.Desses quase 2 anos morando juntos, os 4 últimos meses dividimos o mesmo teto já estando separados. Sempre nos demos bem e com o tempo eu fui me afastando dela, tivemos algumas brigas, e também eu estava sendo desatencioso com o meu filho. Não estava sendo bom marido e nem bom pai. Eu não estava sentindo e nem exercendo amor.
    Eu tinha uma mulher apaixonada por mim, perola rara, devotada ao amor que sentia por mim.
    Eu infelizmente comecei a pensar em separação, desejava, imaginava e me afastei dela, não dei carinho e atenção.Então decidimos nos separar. Mas quando chegou a hora uma luz me ocorreu e eu tentei mudar o rumo da história.
    Ela quase concordou, mas pediu um tempo.
    Quase 2 anos se passaram, e como escrevi acima eu tenho contato diário com eles e sempre estou com o meu filho
    Eu e ela tivemos alguns momentos afetivos de carinho e outros momentos mais íntimos, mas tudo se direcionou para a amizade.
    Então, no início desse ano, pedi para uma amiga de uma cidade vizinha para que colocasse o nosso nome na irradiação da mesa mediúnica do Centro, e lá apareceu um irmãozinho que estava obsidiando Ela. Ele (o irmãozinho manifestante) havia sido marido dela em uma vida passada. Então foi encaminhado para atendimento espiritual.
    Tenho certeza de que a influência dele nos atrapalhou muito, pois muitas vezes ela (minha ex-mulher) dizia que sentia raiva quando estava perto de mim e não sabia explicar, etc, etc.
    Depois desse fato as coisas como relacionamento Pai, mãe, filho, coleguismo, harmonia melhorou.
    Mas há alguns meses ela tem mudanças comportamentais, as vezes me trata bem, as vezes não. Há uma indiferença. De uns tempos para cá não sorri mais para mim, não aceita brincadeiras. Tento ser cordial e amável, estamos quase todo dia dividindo certo tempo juntos.
    As vezes deixo fluir um certo ciúmes e também sofro com a indiferença dela e a falta de amor. Isso tem me gerado problemas espirituais, emocionais e orgânicos.
    Na verdade torço para que possamos reatar o nosso relacionamento. Sou o culpado por tudo isso, eu sei.
    Mas, também sei onde errei. Sei e tenho a plena certeza que poderemos ser felizes juntos, se ela estiver receptiva.
    Sei que posso faze-los felizes e podemos ser uma família feliz. Só preciso de uma chance.
    Gostaria de saber, a sua opinião, se será possível, eu, ela e meu filho, no mundo incorpóreo, nos encontrar antes de uma nova reencarnação, para que possamos resgatar ou nos entendermos melhor sobre isso. Gostaria de saber, se seria possível, na hora do sono, com auxílio do Plano Maior, nos encontrarmos para nos entendermos, nos perdoarmos e para que possamos receber orientação sobre tudo isso.
    Eu particularmente rogo a Deus para que possamos ter essa oportunidade de resgatarmos e nos reconciliarmos ainda nessa vida.
    Tenho lido as obras de André Luiz, terminei Libertação, já iniciei Entre a Terra e o Céu. Estou trabalhando a minha reforma interior.
    Participo das reuniões do centro, tomo passes, estou estudando.Tenho a mediunidade em fase de educação.
    Não estou conseguindo sair dessa baixa vibração, sinto-me triste.
    Gostaria de receber a sua orientação ou sua opinião sobre o assunto.
    Sei que tudo na vida tem um motivo de ser, mas pequeno que sou, gostaria se possível e se assim eu merecer, receber amparo para cuidar desse assunto tão delicado para mim. Pois eu amo a minha ex-mulher e meu filho.
    Obrigado,
    Sandro.

    Querido amigo , não se sinta culpado pelo que fez mas sim com voltade de mudanças o que aliás já está fazendo , a culpa nos entristece e tira nosso brilho da alma , entenda que estamos todos aprendendo com os erros pois somos imperfeitos então não se julgue mal pois está apenas passando por situações que lhe trarão amadurecimentos na alma , mas vc terá que entendê-la desta forma , como uma roseira que cada flor está no seu estagio umas já desabrocharam , outras ainda são botões , mas todas chegaram na sua plenitude cada qual no seu tempo. A confiança na evolução da vida e a aceitação dos erros nos dá força para continuarmos mais fortes e felizes aceite seus erros como um grande aprendizado , pois sem eles talvez não estaria hoje com o coração cheio de amor! Tudo está certo! Tenha fé e faça com sua esposa o seu melhor , mas nunca deixe de se dar valor pois o valor que vc se der é o que ela o dará!
    Se sinta parte deste caminho eterno para evolução e vc reconquistará o brilho dos seus olhos e coração e ela voltara a enchergá-lo lindo como é!
    Que Deus o abençoe e ilumine sua familia!

    Um grande abraço!

  6. Dani19.08.09 - 00:33
    Foto do autor

    Olá…
    Tenho 27 anos, casada a quase 10 anos, tenho um filho de 9 anos e estou grávida de 7 meses. Meu marido sempre foi muito bom pra mim só que depois que fiquei grávida comecei a perceber uma certa mudança no comportamento dele até descobrir que estava sendo traída, conversei muito com ele…disse que meu amor por ele é maior que tudo isso que o perdoo e gostaria de ser feliz do lado dele mas ele diz que esta confuso que sou a esposa perfeita mas não sabe o que quer, diz que ainda gosta de mim mas esta indiferente, ele esta numa fase, pensando em curtir a vida, fazer td que não fez, passeios com amigos, etc. Estou sofrendo muito com a indiferença dele, como gostaria de ter aquele esposo maravilhoso de volta…Tem horas que penso q ele não me ama mais e se não seria melhor a separação pra ele viver a vida dele como ele bem quer, mas tenho medo de tomar essa decisão e me arrepender…Estou pedindo muito a Deus força e paciência, e tambem agradeço pelo que esta acontecendo pq acho que nada é por acaso mas esta muito dificil ainda mais nesse momento com uma criança a caminho. Estou fazendo tratamento espiritual pra receber forças e tambem levei o nome dele pro tratamento espiritual a distancia pra ele tambem ser atendido.
    Gostaria de algum conselho ou orientação sobre tudo isso…
    Muito obrigada
    Dani

  7. sandro20.08.09 - 22:16
    Foto do autor

    Oi Dani!
    Que as bênçãos do Pai envolvam o seu coração com sentimentos de bom ânimo e otimismo. É difícil opinar sobre uma situação tão delicada e pessoal como a que você está passando. Mas, acho, que o primeiro passo, independente do que aconteça, é perdoar. É sábio. Com isso você não vai guardar mágoas ou ressentimentos e não cultivará nenhum sentimento negativo com relação ao seu marido.
    Deve pensar no neném que está para chegar, por isso deve trabalhar o seu equilíbrio espiritual, emocional e orgânico, através de pensamentos elevados, leituras edificantes e a prece. Nessa hora é muito importante crer no Pai Celestial e em suas orações pedir para que Ele fortaleça a sua fé em Cristo, que Ele lhe mostre o caminho e ajude você aceitar o que não pode ser mudado, dando forças ainda para que você lute pelo que pode mudar. Alie tudo isso ao bom senso e ao amor que você tem por você mesma, pelo seu filho e pelo neném que está para chegar.
    Raciocinando assim, verá uma luz no fim do túnel, que iluminará as suas decisões, os seus atos e suas atitudes. Então entenderá e optará pelo melhor para todos. O importante é você não ficar pensando muito na situação, imaginando, simulando, sofrendo por antecipação. Nós somos o que pensamos, então por isso cultive pensamentos elevados e saiba que há muita coisa para acontecer, que existe uma vida inteira pela frente e que Deus tem muitas coisas reservadas para a sua felicidade, estando você junto ou separada do seu marido.
    Deixe na mão de Deus e confia nele, o curso da vida continua.
    E saiba que o amor, amor de verdade, não faz ninguém sofrer. O amor liberta.
    Procure freqüentar as reuniões públicas de um centro espírita mais próximo a sua casa, tome passe, beba água fluidificada, converse com o pessoal do atendimento fraterno do centro e fale sobre o assunto. Peça umas indicações de livros.
    Sabe minha amiga, Deus nos ajuda muito, mas temos que estar receptivos para essa ajuda, e ainda, fazer a nossa parte. Temos que ter vontade de melhorar e agirmos para tal. Quanto ao seu marido, deve dar tempo ao tempo. Se for apenas uma fase, mesmo que gere a separação, todos crescerão com as lições. E como o mundo dá voltas, pode ser que o seu marido aprenda a lição, se arrependa e peça para voltar. Mais isso é só uma hipótese e o futuro não é feito de hipóteses. Nosso futuro é constituído pelos nossos atos e para isso temos o livre arbítrio, sujeitos a lei de causa e efeito, ação e reação. Colheremos o que plantarmos. Façamos o melhor, para nós e para o nosso semelhante.
    Que Jesus lhe abençoe e ilumine em suas decisões.
    Sandro.

  8. Romero07.09.09 - 21:15
    Foto do autor

    Sou casado há 24 anos, tenho dois filhos, maiores de idade que amo muito. Sempre tive dificuldade de relacionamento com a minha esposa, passando, ora por bons momentos, ora por maus momentos. Fui traído pelo menos por duas vezes, embora achasse que a minha posição era mais confortável e segura, principalmente no plano financeiro, pois sempre estive empregado e ganhando razoavelmente bem. A instabilidade predomina em nosso relacionamento, o que faz os nossos (ou meus) sonhos de projetos futuros irem por água abaixo. Há cerca de 9 ou 10 anos atrás ela aparentemente iniciou o processo de depressão, o que eu só fui perceber anos depois, e que foi diagnosticado pelo neurologista, tendo ela sido submetida a tratamento psiquiátrico. Mesmo após o tratamento, que trouxe uma melhora temporária, a instabilidade persiste. Penso em divorciar, agora que os filhos trabalham e são maiores de idade, mas tenho medo de não suportar a dor da separação, como muitos dizem ser comparada à perda de um parente querido. Não quero continuar vivendo nesse vai-e-vem, nunca sabendo se posso mesmo investir no futuro, que me parece incerto. Cansa viver um dia de bom humor e dois dias em situação rancorosa. Peço um conselho em relação a que decisão devo tomar e como enfrentar o momento difícil que dizem ser a separação, assim como a reação dos filhos.

  9. Van05.11.09 - 21:02
    Foto do autor

    Oi, gostaria de saber se possui alguma indicação de livro espirita que aborde o assunto de divórcio e como lidar com filhos de pais separados, os novos relacionamentos dos pais separados (madrasta, padrasto). Obrigada desde já.

  10. Thaina Mendes Dalki18.07.10 - 15:30
    Foto do autor

    tais maria morais patrao em 11, jun. 09 às 16:43 escreveu:

    gostaria de saber qual a probabilidade ( de 0 a100%) de um casal unido pela espiritualidade nesta vida ficarem juntos?

    Fala-se tanto em programação de casais no plano espiritual antes da reencarnação, ma maioria da vezes, mas o que dizer daquelas mulheres que não tiveram esta programação e/ou não conseguem uma união e passam pela encarnação na mais completa solidão afetiva? Quanto ao homem é mais fácil pois mesmo sem a tal programação ele sempre possuirá uma companheira, já a mulher precisa ser escolhida pelo homem para se casar. Considero injusto pois todas as religiões TODAS falam da união , dos espososo, do casamento e não é raro ouvir mulheres enchendo a boca para dizerem MEU MARIDO, ou o homem dizer MINHA MULHER. Penso que as mulheres jogadas devem ter sido uns vermes em vidas passadas, no entanto há tantas dondocas casadas e mulheres dignas, trabalhadoras e que levam a vida com tanta dificuldade nem sequer conseguem um parceiro para chamar de meu companheiro, ETA ESPIRITUALIDADE INJUSTA COMO EVOLUIR SABENDO QUE É IMPOSSÍVEL SER FELIZ SOZINHO SEM TER UM AMOR E COMO DIZ O SAUDOSO VINÍCIUS DE MORAES “É IMPOSSÍVEL SER FELIZ SOZINHO”, JÁ ROBERTO CARLOS DIZ ‘O QUE ADIANTA O PARAÍSO SEM AMOR” E CAZUZA SABIAMENTE ” AS IDÉIAS NÃO CORRESPONDEM AOS FATOS” a espiritualidade fala de escolhas e afinidades o discurso é lindo mas a realidade aqui na terra é outra JAMAIS ALGUMAS MULHERES ENCONTRARÃO O SEU AMOR DE VIDAS PASSADAS PORQUE ELES NÃO EXISTEM, NÃO EXISTIRÃO E NUNCA EXISTIRÁ a não ser para as privilegiadas.

  11. José franco10.08.10 - 16:07
    Foto do autor

    Thaiana,
    Não sou indicado para responder isso, mas se existe um elo de vidas passadas, alguma vez ele teve de começar, certo? As vezes, a solidão das pessoas se dá por “escolha própria” por não se doarem, não dar oportunidade de começar a amar e ser amada. Hj após terminar um namoro, ainda gostando, pq ela está em dúvida, pediu um tempo, e agradece cada momento vivido comigo nesses 9 meses. Vendo que ela pode se fechar ou começar um relacionamento vicioso, Me dá mais angústia do que a perda em si. Pq gosto dela. E sei que não é a 1 vez nossa. Tb era revoltado, dizia que não existia ninguém pra mim, a idade passando, solteiro sem filhos. Já era! rs. etc. meu relacionamento mais duradouro foram 3 anos. Enfim, hoje, após ler e tentar aprender, e ter sofrido muito essa separação, que culminou com terceiros me dizendo coisas que não acreditei. Hj ainda sofro, mas perdoei. Como nos casos acima, sempre acho que dá pra recomeçar, mesmo que no plano superior, onde nos encaramos sem máscaras de carne. A fé em Deus, os ensinamentos contiveram meu instinto impulsivo, depressivo, roqueiro arrogante. rs. estou dando tempo ao tempo, ofereci minha amizade, até mesmo, com um convívio pacífico e sem ressentimentos, possa ver que não era ela que está nos meus planos. as vezes, a raiva, a rebeldia nos fecha os olhos para a vida como ela realmente é. Vi que não estava maduro o suficiente para os sonhos que ainda guardo, e o mais importante, sem trazer as mágoas dos relacionamentos passados. Mesmo que eu não consiga a mulher com que viverei bem a vida toda, que fique bem com todas os momentos que elas estiverem comigo. Numa comunhão plena, mesmo que curta. Já que a vida é só uma passagem. Obrigado pela oportunidade. Fiquem com Deus, e por favor, quero orientação tb! rs
    Paz Profunda!

  12. Carla13.08.10 - 23:02
    Foto do autor

    Oi! Tenho dúvidas a respeito de meu marido, ou melhor ex-marido, estamos separados em juízo, daqui há 1 ano estaremos divorciados. Ocorre que meu coração me diz que a família é sagrada e até onde li não enxerguei nenhum motivo grave para a nossa separação, temos dois filhos 1 de 2anos e o outro de 5 anos (dois meninos). Desde o nascimento de nosso primeiro filho as coisas ficaram esquisitas. Ele mudou tanto que acabou saindo de casa. Ficou 1 ano e 1/2 fora aí voltamos a nos encontrar e após a decisão dele de que voltaríamos a viver juntos porque o lugar dele era ao lado da esposa e filho engravidei do segundo menino. Após o nascimento do segundo filho começou a loucura novamente, chegando a um belo dia em que me disse que estaria apaixonado por outra mulher e tomou coragem após algumas noites fora e com o apoio da mãe (a vó das crianças) saiu de casa, indo direto, segundo ele ao encontro da amante. A mãe dele apoia esse relacionamento, e para ela o filho vivia infeliz comigo e os filhos, e com essa moça é plenamente feliz e está morando com ela (a mãe). A minha vida é um problema porque penso que tenho que deixar ele livre para que um dia ele enxergue tudo o que me fez passar e os filhos também. Meu filho mais velho é introspectivo e me preocupo muito com ele, são dois docinhos, amáveis e alegres, mas sinto neles a angústia de não ter o pai junto deles e da mãe. Ocorre que o pai os leva de 15 em 15 dias para passarem juntos mas nunca sozinhos sempre acompanhados da amante, da avó (que fala mal da mãe deles através de fala mansa) e por aí vai.
    Não sei o que fazer, porque sinto que o amo muito e por mim tentaria todas as formas para ficarmos juntos principalmente pelos meus filhos mas ele literalmente desistiu e me informou que esta com a mulher nova e que ele a ama e que vai viver com ela porque é tudo para ele e que eu o esqueça porque nem se eu fosse a última mulher na cidade, ou no mundo ele voltaria comigo. Eu passei a ser a última pessoa para ele, me desrespeita e permite o desrespeito da mãe, e da amante para comigo.
    Eu permito que se aproxime dos filhos porque vejo em meus filhos o amor maravilhoso que tem pelo pai. A minha pergunta é a seguinte devo batalhar pelo retorno desse pai para essa família ou já se foi essa possibilidade??? Como resolvo isso? Esqueço esse homem?

  13. Ana Maria Rocha15.09.10 - 17:56
    Foto do autor

    Qual a visão da Doutrina Espírita em relação a duas pessoas que se amam plenamente mas que não podem concretizar o amor porque são casadas. A separação seria viável? Seria melhor manter os casamentos e desprezar um amor tão bonito?

  14. Renato Feio06.12.10 - 00:48
    Foto do autor

    Ana Maria Rocha em 15, set. 10 às 17:56 escreveu:

    Qual a visão da Doutrina Espírita em relação a duas pessoas que se amam plenamente mas que não podem concretizar o amor porque são casadas. A separação seria viável? Seria melhor manter os casamentos e desprezar um amor tão bonito?

    Olá Ana Maria,

    Sem a realização de um julgamento de valores sobre o seu caso em específico, exponho o que pude aprender, até hoje, pela Doutrina Espírita.

    Neste plano material, em nosso planeta, muitas vezes, aquilo a que chamamos de amor é apenas a manifestação de nossos caprichos e/ou mera atração física. Nos cabe julgar, intimamente, com critério se realmente “amamos” ou se apenas idealizamos uma fantasia projetada em outra pessoa.

    Ultrapassada esta análise, chegando-se à conclusão de que realmente amamos o “outro” em questão, vale a análise do seguinte argumento:

    O casamento, no plano material, como exposto no capítulo XXII do Evangelho Segundo o Espiritismo, traz do período anterior à encarnação atual, realização de tarefa programada ou reparação de relacionamento desequilibrado com a contraparte (marido ou mulher). Ainda que não programado no período Pré-encarnatório, o casamento terreno se torna então novo compromisso assumido, com todas as implicações, morais e espirituais, que se seguem ao compromisso assumido. Havendo, em qualquer dos casos, filhos, compromisso multiplicado, que se rompido se traduz em estagnação ou atraso do avanço do Espírito.

    Digo tudo isso para culminar no seguinte: Todos temos afeições profundas com muitos espíritos, que encarnam perto ou longe de nós, de acordo com suas tarefas ou resgates. Somente de nós, e do desempenho que obtemos em nossas missões ou resgates, depende o avanço rumo à Luz. Se realmente amamos alguém, não desejamos que este ser falhe com um compromisso assumido, e atrase sua evolução.

    Se no, tocante ao ser amado, o nosso quinhão for a abnegada renúncia, em prol de seu avanço, renunciemos. Pois as bençãos futuras daí advindas irão ultrapassar em muito o nosso sacrifício.

    Paz.

  15. rosemeire07.12.10 - 10:32
    Foto do autor

    eu amo um homem casado tento esquece lo mais nao consigo eleviveum casamento infeliz cheio de altos e baixo eu fujo mas ao mesmo tempo estou pensando nele nao acho pecado mas fico em duvida no que fazer

  16. Lua02.02.11 - 17:54
    Foto do autor

    Boa tarde, namorei um homem por 10 anos e sempre estávamos em cidades próximas mas nunca juntos num mesmo lugar. Não conseguimos terminar o namoro neste tempo todo e quando resolvemos nos casar foi tudo muito bom, a festa, a aceitação da família, os amigos. Porém com menos de um ano de casamento o meu marido começou a ficar diferente, mudar seu comportamento e decidiu se separar logo após o Natal. Ele bebe, fuma e é apegado a coisas materiais, não ajudava-me no sustento do lar e disse que sentiu até vontade de agredir-me. Ele me deixou em uma situação desesperadora em que tive que mudar de cidade, trabalho e moradia em função dele. Tudo o que ele fez me leva a odiá-lo mas, mesmo assim eu o amo. Qual a visão espírita do nosso relacionamento?

  17. Mimi12.04.11 - 16:13
    Foto do autor

    Sou espirita mas não concordo que se houver amor não ocorre separação. Existem inúmeras situações que fogem ao nosso controle e que podem exigir uma separação ainda que haja amor. Meu ex marido se separou de mim olhando-me nos olhos, chorando e dizendo que ainda me amava mas não poderiamos continuar juntos. Eu também o amava e sofri muito com a separação. /quase enlouqueci. /tempos depois me envolvi com outra pessoa (por quem sinto algo maior e mais intenso do que sentia por meu ex marido). Por motivos que não vêm ao caso, ele terminou o relacionamento comigo, dizendo que ainda me ama mas que não podemos ficar juntos. São motivos de força maior e que se interferiram em nossa felicidade. Entrei em depressão e não estou conseguindo imaginar minha vida sem ele. Pela segunda vez, perdi quem eu amo quando ainda havia amor por motivos que nada tiveram a ver com falta de carinho, traição, etc. Apenas motivos externos que não dependiam da nossa vontade e nos quais não poderiamos intervir. Em geral, concordo que ninguém se separa quando há amor porque em geral, ninguém possui uma sina como a minha de ter fatores externos e poderosos obrigando a uma separação. Mas há casos e casos.

  18. wilson gomes da silva26.06.11 - 13:29
    Foto do autor

    olá eu era casado na religião catolica, e vivi muitos anos bem com minha esposa,então ela passou a frequentar o kardek e eu apesar de não frequentar mais apoiava.então ela passou a trabalhar nos trabalhos de desobsessão dentro da gabine ai nosso relacionameno começou a ficar pertubado,ela deixou de me dar atenção,brigava comigo por qualquer motivo, não me deu apoio nas horas mais dificil de minha vida,que foi quando tive de enfrentar um cancer que desenvolveu em meu pai em 2005, ai em 2007 a 2009 lutei com minha mãe que támbem morreu de cancer, não tive um apoi de minha esposa pelo contrário só magoa e decepção, porque durante a doença de meus pais ela se quer fazia uma visita pra eles mais sai com um grupo de visitas do centro euripedes barsanufo todos os domingos para visitar desconhecidos.então sai de casa em 01/01/2009 e minha mãe faleceu em 16/01/2009,procurei a instituição para relatar o acontecido pois eu esta sofrendo muito com a separação mais o diretor quis me ofender dizendo que eu não tinah condições de discutir espiritismo com ele,eu não fui discutir espiritismo e sim pedir a ele que em suas palestras adicionasse aos medios a importância da familia e seu matrimonio pois para mim a familia unida é a base de Deus e eu perdi minha familia como muitos outros perderam a sua na mesma instituição Euripedes barsanulfo em tag sul DF.Não tenho nada contra a doutrina espirita, mais sim da forma em que é conduzida pelos dirigentes desta instituição a qual citei, e não sou o unico que me separei há varios casais da mesma que se separaram, mais sou o unico que ainda procuro ajuda para que este quadro mude de conceito dentro da instituição,que não ´so olhlem a redor do médio apenas no momento dostrabalhos e sim depois para que os mesmos não saia da gabine com sequelas de saúde e psicologicas que viram trazer ao meio familiar.agradeço por esta oportunidade de me desabafar aqui aguardo um retorno.(não tenho nada contra a doutrina espirita que esta dando um passo importante para resgatar vidas passadas) mais não deixe as vidas familiares se dissoverem ao nada.

  19. wilson gomes da silva26.06.11 - 13:31
    Foto do autor

    olá eu era casado na religião catolica, e vivi muitos anos bem com minha esposa,então ela passou a frequentar o kardek e eu apesar de não frequentar mais apoiava.então ela passou a trabalhar nos trabalhos de desobsessão dentro da gabine ai nosso relacionameno começou a ficar pertubado,ela deixou de me dar atenção,brigava comigo por qualquer motivo, não me deu apoio nas horas mais dificil de minha vida,que foi quando tive de enfrentar um cancer que desenvolveu em meu pai em 2005, ai em 2007 a 2009 lutei com minha mãe que támbem morreu de cancer, não tive um apoi de minha esposa pelo contrário só magoa e decepção, porque durante a doença de meus pais ela se quer fazia uma visita pra eles mais sai com um grupo de visitas do centro euripedes barsanufo todos os domingos para visitar desconhecidos.então sai de casa em 01/01/2009 e minha mãe faleceu em 16/01/2009,procurei a instituição para relatar o acontecido pois eu esta sofrendo muito com a separação mais o diretor quis me ofender dizendo que eu não tinah condições de discutir espiritismo com ele,eu não fui discutir espiritismo e sim pedir a ele que em suas palestras adicionasse aos medios a importância da familia e seu matrimonio pois para mim a familia unida é a base de Deus e eu perdi minha familia como muitos outros perderam a sua na mesma instituição Euripedes barsanulfo em tag sul DF.Não tenho nada contra a doutrina espirita, mais sim da forma em que é conduzida pelos dirigentes desta instituição a qual citei, e não sou o unico que me separei há varios casais da mesma que se separaram, mais sou o unico que ainda procuro ajuda para que este quadro mude de conceito dentro da instituição,que não ´so olhlem a redor do médio apenas no momento dostrabalhos e sim depois para que os mesmos não saia da gabine com sequelas de saúde e psicologicas que viram trazer ao meio familiar.agradeço por esta oportunidade de me desabafar aqui aguardo um retorno.(não tenho nada contra a doutrina espirita que esta dando um passo importante para resgatar vidas passadas) mais não deixe as vidas familiares se disolverem ao nada.

  20. wilson27.06.11 - 16:46
    Foto do autor

    boa tarde, eu gostaria de saber se os encinamentos aplicados em todas as instituições espiritas kardec, são todas elaboradas pela federação espirita.ou á dinstições entre uma ou outra instituição,se as palestras aplicadas nos cursos de desenvolvimento médiunico são generalizadas a todas instituição.
    obrigado pelao portunidade wilson.

  21. Alessandra02.07.11 - 11:14
    Foto do autor

    Bom dia! Tenho 23 anos, sou homossexual, e tenho uma namorada de 20 anos. Namoramos há dois anos e meio e sempre tivemos algumas dificuldades para nos encontrar, para ficarmos sozinhas, enfim, para vivermos como namoradas normalmente devido ao mundo externo e à familia dela que não aceita de forma alguma, embora minha maezinha aceite. Por isso, e/ou por outros motivos , houve uma traição da parte dela durante um bom tempo, mas ela se arrependeu e eu consegui perdoar. Nos amamos muito e quando estamos juntas , somos felizes, rimos juntas e compartilhamos muitas coisas. Mas ultimamente, tenho sentido que nos afastamos como ocorreu na epoca da traição dela, devido novamente a essas dificuldades de encontrar, às nossas grandes diferenças de estilos de vida e ao medo do futuro que parece incerto pra nós duas. As vezes parece que tudo é um sinal para que terminemos de vez e sigamos nossas vidas. Mas nos amamos tanto… me sinto perdida e com o coração dolorido. E fico pensando em coisa negativas, o que não gosto, principalmente pq sou espirita e sei que o pensamento define quem nós somos.
    Irmãos, gostaria da ajuda de vocês.
    Muito obrigada.

  22. dani30.09.11 - 19:18
    Foto do autor

    Olá, meu nome é dani, tenho 35 anos, fui casada por quatorze anos e fa um ano e quatro meses que estou separada. Tenho dois filhos um de quatro anos e uma de quinze anos.Desde o começo uma relação foi dificil, me casei nova, meu mariod tbm, e com apenas trea anos de casada ele em traiu, e desta traição ele teve outro filho, porem so descobri depois de um ano da criança.Não nos separamos, mais o casamento foi mto conturbada, desconfianças brigas,ele sempre afastado de mim,e eu vivendo como mãe solteira, tentando lutar pelo casamento.Tentamos um novo filho mais as coisas não mudaram, os conflitos ainda continuavam os mesmos.Ele sempre mentindo, e eu tentando continuar com o pai dos meus filhos por perto.A algum tempo atras descobri que ele me traia, e levava um relacionamento com outra,por dois anos, a separaçao foi dolorosa, principalmente para os filhos, mais como mãe não podia deixar meus filhos sem o pai, não conseguia ver a dor nos olhos deles, então começamos a ter um relacionamento amigavel, saimos juntos como familia,mais não voltamos a morar no mesmo lar, nesse tempo em que estava digerindo minha separação conheci outra pessoa,mais nova mais que tinha outro compromisso, nos envolvemos, mais sempre brigavamos,qlqr besteira, originava uma briga,agora tbm terminamos, um relacionamento que na verdade nem era um relacionamento de verdade, foi mais uma aventura para ele, mais me envolvi de verdade, e doi saber que não vou mais ve-lo.Não sei pq meus relacionamentos não dão certo, sou uma pessoa alegre, que sempre está de bom humor,sei que ele gosta de mim, mais ele não aguentava mais as briguinhas.Confesso que acho que não mereço ninguém, não sei mais o que pensar, e gostaria de uma ajuda de voces, confesso que não sei nem o que pensar de mim, quero meu es marido por perto, as vezes saimos como casal,mais não o amo, tenho medo de perder o pai que meus filhos tem, ele é mto imaturo,tenho medo que arrume outra novamente,novos filhos, e façam meus filhos sofrerem,somente por isso mantenho ele perto,não sai com ninguém e esse relacionamento que tive com um jovem ninguém sabe, não sei mais que rumo tomar.
    De coração recebo sua ajuda!

  23. dani30.09.11 - 19:21
    Foto do autor

    Só corrigindo,com tres meses de casada meu marido me traiu com a es noiva




 Aprenda a colocar sua foto nos comentários

NÃO SERÃO ACEITAS MENSAGENS:

Com conteúdo difamatório, racista ou de incitação à violência.
Com linguagem grosseira, obscena ou pornográfica.
Anônimas ou assinadas com email falso.